• Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário brasileiro. As suas especialidades são a criação literária, a literatura uruguaia e gaúcha, a identidade cultural e as relações fronteiriças.
Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra "Facundo", do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense; ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, foi fundador da Faculdade de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas -UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1964 quando foi preso e respondeu a vários IPMs; foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto "Empate", publicado em "Contos de futebol".
Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Em 1953, aos 19 anos, desenhando e fazendo caricaturas para jornais de Pelotas, ele venceu 201 candidatos no concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da seleção. Após o concurso, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD) oficializou o uniforme. Como prêmio, Aldyr ganhou o equivalente a vinte mil reais e um estágio no Correio da Manhã, no Rio de Janeiro, onde pode conhecer e conviver com figuras expoentes do jornalismo da época como Nélson Rodrigues, Antonio Calado, Millor fernandes e Samuel Wayner.
Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura Brasileira e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos de Literatura. Em novembro de 2009 pubicou "Os limites do impossível, os contos gardelianos" pela editora ARdoTEmpo e em 2010, pela mesma editora, o romance "Don Frutos", ano em que foi também destacadao com o Prêmio Fato Literário de 2010..

Atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, distrito de Pelotas. Tem três filhos, três netos e seu passatempo é o futebol de botão, cujo time "veste" a camiseta do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre, com a escalação dos anos 60, (Pitico, Didi Pedalada...). É torcedor do Grêmio Esportivo Brasil de Pelotas, seu time do coração, e também é torcedor da Seleção Uruguaia de Futebol.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldyr_Schlee


O criador da camisa canarinho
O desenhista e escritor gaúcho Aldyr Schlee criou em 1953, aos 18 anos, o uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira mas até
hoje torce para o Uruguai
Nauro Jr
Nauro Jr

Schlee e os três desenhos criados para o concurso da nova camisa: “Durante muito tempo não dei bola para isso. Era uma coisa secundária, ou terciária, na minha vida”, diz
O escritor gaúcho Aldyr Schlee publicou 20 livros, seis deles de contos. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Em Pelotas, ajudou a fundar a faculdade de jornalismo e deu aulas por 30 anos. Mas de sua história consta uma invenção identificada em qualquer canto do mundo e que faz borbulhar de orgulho a torcida brasileira: Aldyr é o feliz criador do uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira de Futebol. “Durante muito tempo não dei bola para isso. Era uma coisa secundária, ou terciária, na minha vida”, minimiza ele, aos 71 anos.
Há uma explicação: Aldyr nasceu em Jaguarão (RS) a 200 m do Uruguai e 600 km de Porto Alegre. Sua formação como torcedor foi baseada no futebol platino. “Toda segunda chegavam em casa jornais de Buenos Aires e Montevidéu, com os craques, os jogos.” Ou seja: o criador da camisa canarinho torce pelo Uruguai! “Odiamos a mania dele de torcer para o Uruguai!”, diz Marlene, sua esposa.
Há dois anos, ele esteve com representantes da Nike, fabricante do uniforme da Seleção, que queriam ouvir suas considerações sobre o design da camiseta. “O pior é que ele é igual ao da Coréia, da Holanda, de Portugal. Não é possível que o futebol brasileiro não exija do seu fornecedor fidelidade maior à identidade nacional.”
Em 1953, Aldyr venceu 201 candidatos no concurso do jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da Seleção – até ali o Brasil vestia camiseta, calção e meião brancos, com detalhes azuis no punho e na gola. Havia uma exigência: os desenhos tinham de ter as quatro cores da bandeira nacional.
Aldyr, que era desenhista e caricaturista – jornais de Pelotas publicavam gols de jogos desenhados por ele –, passou três dias debruçado numa mesa. No correr dos pincéis, lembrou-se de uma partida que assistira no Rio entre a Portuguesa carioca e Botafogo ou Fluminense – ele não se recorda. “A Portuguesa jogou de calção vermelho. Fiquei impressionado. Era um escândalo para a época!”, diz ele, que passou a ousar nas cores.
Entre rabiscos de calções verde, amarelo e azul, pensou: “O que representa a nacionalidade é o verde e amarelo”. Fez então a camiseta amarela com detalhes em verde, o calção azul e o meião branco. Nascia a Seleção Canarinho, assim apelidada por um radialista. Após o concurso, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), oficializou o uniforme. Como prêmio, Aldyr, aos 18 anos, ganhou o equivalente a R$ 20 mil e um estágio no Correio da Manhã.

Texto: Rodrigo Cardoso
Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/337/reportagens/aldyr_schlee.htm

Rua ganha nome em homenagem a Aldyr Garcia Schlee

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Obra foi vencedora da 2ª Bienal de Literatura Brasileira de 1984

O trabalho de restauração do Mercado Público de Jaguarão reservou muitas surpresas para seu povo. Uma delas foi a descoberta de uma rua sem nome. Ela sempre esteve bem no centro da cidade de fronteira, mas ao fazer o mapeamento do local percebeu-se que não havia denominação. Situação mais que oportuna para homenagear um ilustre jaguarense, o escritor e jornalista Aldyr Garcia Schlee. No sábado, a partir das 15h, a via será batizada com uma placa com o nome de Uma terra só, livro de contos de Schlee. Pouco adepto a emprestar seu nome para esse tipo de homenagem, Schlee não hesitou em aceitar que a rua central, lindeira ao Mercado Público até o cais do rio Jaguarão, ao lado da Ponte Internacional Mauá, receba o nome de sua obra, que foi vencedora da 2ª Bienal de Literatura Brasileira 1984. A sugestão foi do jornalista Luiz Carlos Vaz.Depois da solenidade, que contará com a presença do escritor e autoridades, acontece relançamento dos livros Uma terra só e Contos de verdades, pela editora ARdoTEmpo, com a presença, palavra e autógrafos de Aldyr Garcia Schlee, às 17h, na Secretaria de Cultura, praça central de Jaguarão.

Por: Cíntia Piegas
Fonte: http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6&noticia=41104


Aldyr Garcia Schlee é o Patrono da 3ª Feira Binacional do Livro em Jaguarão
De 2 a 11 de dezembro acontece a 3° Feira Binacional do Livro e 28° Feira do Livro da CAJUJA, que tem este ano por patrono o autor fronteriço Aldyr Garcia Schlee. Ele que já ganhou diversos prêmios e que está concorrendo ao Açorianos com sua mais recente obra "Don Frutos", trabalha em sua escrita a magia, história e causos que se passam tanto de um lado quanto de outro. Esse é o clima que espera a todos a partir do dia 02 de dezembro. As atividades englobam diversos tipos de público, desde as crianças aos mais velhos.

Fonte: http://www.jaguarao.rs.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=60&Itemid=75

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