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Friday, November 30

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    Ensino de Jaguarão/RSJaguarão/RS, com o
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    parte das oficinasOficinas 2011.
    Este espaço também será utilizado para o desenvolvimento e aplicação do Trabalho Final de Conclusão do Curso de Produção de Material Didático Digital para a Diversidade, no qual serão postados os recursos e objetos de aprendizagem desenvolvidos durante o curso para apresentar a diversidade cultural presente no município de Jaguarão, por meio de seu rico acervo patrimonial. Agradecemos a visitaPara saber mais acesse:
    Oficinas 2011
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    2:34 pm

Thursday, December 8

  1. msg Trocando ideias message posted Trocando ideias Olá, adorei as oficinas foram muito produtivas para nos atualizar e aprender coisas novas. Também g…
    Trocando ideias
    Olá, adorei as oficinas foram muito produtivas para nos atualizar e aprender coisas novas. Também gostaria de continuar para aperfeiçoar tudo que aprendi.
    Bjs!!!
    2:00 pm
  2. msg Apresentação message posted Apresentação Meu nome é Ivonete Afonso Jodar, sou formada em Magistério, Pedagogia; Habilitação em Orientação Ed…
    Apresentação
    Meu nome é Ivonete Afonso Jodar, sou formada em Magistério, Pedagogia; Habilitação em Orientação Educacional; Pós- Graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional.
    Sou Orientadora Educacional atualmente na escola General Antônio de Sampaio e professora alfabetizadora na escola Pio XII.
    1:53 pm

Sunday, December 4

  1. page space.menu edited ... GENTE DA TERRA Aldyr Schlee Crônica de Schlee PÁGINAS SUGERIDAS Casa de Cultura
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    GENTE DA TERRA
    Aldyr Schlee
    Crônica de Schlee
    PÁGINAS SUGERIDAS
    Casa de Cultura
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  2. page Aldyr Schlee edited ... De 2 a 11 de dezembro acontece a 3° Feira Binacional do Livro e 28° Feira do Livro da CAJUJA, …
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    De 2 a 11 de dezembro acontece a 3° Feira Binacional do Livro e 28° Feira do Livro da CAJUJA, que tem este ano por patrono o autor fronteriço Aldyr Garcia Schlee. Ele que já ganhou diversos prêmios e que está concorrendo ao Açorianos com sua mais recente obra "Don Frutos", trabalha em sua escrita a magia, história e causos que se passam tanto de um lado quanto de outro. Esse é o clima que espera a todos a partir do dia 02 de dezembro. As atividades englobam diversos tipos de público, desde as crianças aos mais velhos.
    Fonte: http://www.jaguarao.rs.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=60&Itemid=75
    Página criada pela professora CARMEM ANGELA CORRÊA ARAUJO
    Outras páginas da professora "Carminha"
    http://sites.google.com/site/profecarminha/
    http://edu-diversidade.blogspot.com/
    http://geo-ieees.blogspot.com/
    http://historia-ieees.blogspot.com/
    http://jes-ieees-jag.blogspot.com/
    http://jie-jaguarpel.blogspot.com/
    http://lab-ieees.blogspot.com/
    http://copa2010ieees.wikispaces.com/
    http://ieees1.wikispaces.com/
    Para visitar outras páginas acesse o primeiro link (site) e visite o espaço "Páginas Desenvolvidas"

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    1:36 pm
  3. page Crônica de Schlee edited ... À noite, haverá tempo para voltar a La Cuchilla e dirigir-se ao “Tacuarí” (algumas quadras dep…
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    À noite, haverá tempo para voltar a La Cuchilla e dirigir-se ao “Tacuarí” (algumas quadras depois da Ponte, à esquerda), pedindo ao Acuña, dono e assador, nada mais do que um petit-entrecot - que sobressairá do prato e, a cada bocado, justificará o fascínio daquele modesto restaurante de tiras de plástico na porta de entrada, havendo de impor definitivas certezas sobre a excepcional qualidade da carne e da parrilla uruguaias. O acompanhamento se fará com pão graseoso, cerveja Patricia e, dependendo da sorte, com as coplas de algum guitarreiro desgarrado.
    De regresso a Jaguarão, é obrigatório voltar-se pelo trecho da Ponte que liga as duas partes de Río Branco, para ter o privilégio de flagrar a cidade brasileira descobrindo-se na sua própria iluminação, do outro lado do rio - e crescendo contra o céu escuro.
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    pela vida.
    {http://fotos.sapo.pt/ZufVrvIBgWbZcb4lBDtF/340x255}
    ...
    e puder.
    Fonte: http://ardotempo.blogs.sapo.pt/241269.html
    Página criada pela professora CARMEM ANGELA CORRÊA ARAUJO
    Outras páginas da professora "Carminha"
    http://sites.google.com/site/profecarminha/
    http://edu-diversidade.blogspot.com/
    http://geo-ieees.blogspot.com/
    http://historia-ieees.blogspot.com/
    http://jes-ieees-jag.blogspot.com/
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    1:35 pm
  4. page Crônica de Schlee edited Ir a Jaguarão e descobrir o resto do mundo. Aldyr Garcia Schlee Ir a Jaguarão não é fácil; mas c…
    Ir a Jaguarão e descobrir o resto do mundo.
    Aldyr Garcia Schlee
    Ir a Jaguarão não é fácil; mas compensa.
    Antes, quando eu era um guri, ir a Jaguarão era voltar para casa: de trem, carro-motor, avião ou barco a vapor. Chegava-se (do Brasil ou do Uruguai) com o coração apertado pela magia do reencontro e o medo do desencontro, ao adivinhar os velhos telhados despontando entre campo e arvoredo; e logo logo, ao divisar o casario estendido igual dos dois lados do rio - a Ponte no meio -, com a esperança de que aqui e ali ainda estivessem bem resguardados todos os afetos recuperáveis a cada regresso.
    Hoje não se vai nem se vem mais a Jaguarão num monomotor Focker, da Varig. O vapor “Cruzeiro” já não apita na curva do rio, trazendo-nos de Porto Alegre ou levando-nos a Pelotas. Os trilhos, aqui - ou sobre três quilômetros de ponte, Uruguai adentro -, enferrujam inúteis na falta dos trens Ganz-mávag que chegavam de Montevidéu duas vezes por dia; e na ausência do inesquecível carro-motor, que saía tlaquetlaqueando pelos campos planos, nos injustificáveis meandros de seu caminho de aço, rumo a Rio Grande.
    Ir a Jaguarão tornou-se difícil? - perguntará o leitor.
    Não! - respondo eu. Mas, como viagem, perdeu definitivamente o encanto. Vai-se e vem-se sem sobrevôo e sem aterrissagem, sem atracação e sem apitos, sem fiambres e sem vagão-restaurante, sem tlaquetlaques e sem bolos de coalhada. Por isso, chega-se a Jaguarão sem nada, na forma a que uma equivocada política de transportes nos condenou: apenas por via rodoviária, o que implica geralmente em viajar de automóvel ou ônibus (são trezentos e tantos quilômetros de Porto Alegre; outros mesmos trezentos e tantos desde Montevidéu), por prolongados espaços despovoados, com algum gado aqui um pouco ali menos lá adiante; alguma granja de arroz; alguma soja; e quem sabe até inesperadas melancias e improváveis avestruzes. Enfim: chega-se a Jaguarão, no perder-de-vista da amplitude circular dos sempre distantes e inatingíveis horizontes do pampa; mas como vale a pena!
    Jaguarão está ali, a meio caminho de Montevidéu e de Porto Alegre, entre dois pequenos cerros - o da Enfermaria e o do Cemitério - e o rio que lhe dá nome e que separa e une a cidade a Río Branco, do outro, no Uruguai. Divide (ou soma) com Río Branco a magia particular das luminosas e surpreendentes cidades da fronteira uruguaio-brasileira, de acentuada marca fronteiriça no traçado quadricular de suas ruas, na preservada unidade de sua arquitetura e na comunhão de costumes de seus habitantes. Distingue-se das outras, contudo, por causa do sortilégio paradoxal de sua ponte superlativa, que ao mesmo tempo liga e separa dois mundos iguais; e que desafia o visitante, ante sua espetacular monumentalidade de meia légua, a esgotar qualquer repertório de adjetivos.
    Ir a Jaguarão e Río Branco é ir ao exterior sem sair do interior, é ir ao estrangeiro sem ser forasteiro, é sentir-se cosmopolita dentro de casa. De certa maneira, é descobrir o resto do mundo no próprio espelho, ante a conformidade das margens opostas e a repartição dos arcos da Ponte.
    {http://fotos.sapo.pt/sGHbUkmdKyldMnRrSPBI/340x255}
    Sobre o cimento da belíssima Ponte Internacional Mauá, bem no meio do rio, havia um risco vermelho, separando Brasil e Uruguai: botava-se um pé aqui, outro lá, além do risco - e estava-se ao mesmo tempo nos dois países. Hoje, o risco foi apagado e substituído por uma placa; mas a cada ida e a cada volta, a cada troca de lado, a cada mágica travessia, opõem-se e complementam-se sobre a ponte o perto e o distante, o nosso e o deles, assumindo-se ante cada um de nós, em nós mesmos, o outro.
    Ao entardecer, o sol aparecido no Brasil começa a desaparecer no Uruguai: do lado de cá, o leitor descerá até o cais de Jaguarão e poderá se deslumbrar com o espetáculo de cores e luzes de um inigualável pôr-do-sol varado sobre o rio, entre oito escurecentes e majestosos arcos da Ponte; do lado de lá, o leitor estará num banco da calle costaneira de Río Branco, e verá a Ponte toda dourando-se de sol e incendiando-se esplendorosa e repetida no espelho das águas.
    O leitor terá chegado de manhã. Terá visto logo, nos arrabaldes, modestas casas com fachadas altas e telhados inclinados para trás, numa meia-água muito comum dos dois lados do rio - a que chamam “cachorro sentado”. Terá chegado até à Praça, ao largo da Matriz, quem sabe ao Hotel; e terá se admirado da beleza dos casarões de altas portas e tantas e tantas sacadas - que constituem ali o mais admirável e bem conservado conjunto de arquitetura eclética do Rio Grande do Sul.
    O leitor contará dez sacadas na fachada do Clube Harmonia; doze, na do Jaguarense. Mas precisará encontrar um guia, quem sabe no Instituto Histórico e Geográfico, quem sabe na Casa de Cultura, para poder visitar a cidade, chegar ao museu Carlos Barbosa, à Igreja da Mi-nervina (e saber coisas, que todos sabemos, os jaguarenses; e que contamos gostosamente, mas não escrevemos). O leitor conhecerá o Teatro, as ruínas da Enfermaria, portas e portas de descomunal escultura; e admirará quantas fachadas se lhe apresentarem (o medo que se tem, em Jaguarão, é que fiquemos sempre num turismo de fachada).
    Depois o leitor irá a Río Branco. Atravessará a Ponte obrigatoriamente a pé, para melhor apreciar o rio, para melhor sentir o sortilégio da ponte, e para logo - a passo, no mais - deparar-se com o outro lado e, logo logo, ver tudo de lá para cá.
    Em Río Branco o leitor chegará por uma rampa da Ponte e irá a uma quesería e comprará queijos das mais variadas procedências e qualidades; comprará morrones dulces em conserva e os inigualáveis dulces de leche Conaprole - com chuno ou sin chuno. Mas deverá dar um jeito de conseguir carona ou tomar um velho ônibus para ir até a La Cuchilla, que é a parte mais alta da cidade, lá na continuação da Ponte. Em La Cuchilla, não se pode deixar de conhecer a Estação Ferroviária, dar uma volta na Praça, comprar jornais no Kiosko e provar masitas, uma torta pastaflora e uma pascualina, na Confiteria Nueva Iberia; e o leitor saberá chegar à calle Virrey Arredondo para desfrutar dessas delícias.
    Se o dia estiver bonito, valerá a pena dar um jeito de ir ao balneário Lago Merín, a 20 quilômetros de Rio Branco: uma praia uruguaia banhada pela Lagoa Mirim - patrimônio da humanidade - com Cassino e a possibilidade de se comer, dependendo da época, um pintado à jaguarense ou uma traíra recém pescada.
    À noite, haverá tempo para voltar a La Cuchilla e dirigir-se ao “Tacuarí” (algumas quadras depois da Ponte, à esquerda), pedindo ao Acuña, dono e assador, nada mais do que um petit-entrecot - que sobressairá do prato e, a cada bocado, justificará o fascínio daquele modesto restaurante de tiras de plástico na porta de entrada, havendo de impor definitivas certezas sobre a excepcional qualidade da carne e da parrilla uruguaias. O acompanhamento se fará com pão graseoso, cerveja Patricia e, dependendo da sorte, com as coplas de algum guitarreiro desgarrado.
    De regresso a Jaguarão, é obrigatório voltar-se pelo trecho da Ponte que liga as duas partes de Río Branco, para ter o privilégio de flagrar a cidade brasileira descobrindo-se na sua própria iluminação, do outro lado do rio - e crescendo contra o céu escuro.
    Depois, basta dormir e sonhar; na certeza de que ter ido a Jaguarão (e Río Branco) é não ter passado em vão pela vida.
    {http://fotos.sapo.pt/ZufVrvIBgWbZcb4lBDtF/340x255}
    Agora, se o leitor sabe que em Río Branco há um duty-free shop com meia dúzia de excelentes lojas com ar condicionado, vendendo a dólar produtos de todo o mundo; e deseja ir até lá só para fazer compras, essa é uma boa pedida. Mas, por favor, não entre em Jaguarão: siga até à última rua, ao fim da estrada, dobre à esquerda, em direção à Ponte sem olhar para os lados; atravesse a Ponte sem se importar com o rio; desça à direita, pela rampa, sem pensar em nada; e vá de loja em loja comprar o que quiser e puder.
    Fonte: http://ardotempo.blogs.sapo.pt/241269.html

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    1:23 pm
  5. page space.menu edited ... Rio Jaguarão2 Segurança Em Jaguarão GENTE DA TERRA Aldyr Schlee PÁGINAS SUGERIDAS Casa …
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    Rio Jaguarão2
    Segurança Em Jaguarão
    GENTE DA TERRA
    Aldyr Schlee

    PÁGINAS SUGERIDAS
    Casa de Cultura
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  6. page Aldyr Schlee edited Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenh…

    Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário brasileiro. As suas especialidades são a criação literária, a literatura uruguaia e gaúcha, a identidade cultural e as relações fronteiriças.
    Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra "Facundo", do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense; ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, foi fundador da Faculdade de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas -UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1964 quando foi preso e respondeu a vários IPMs; foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto "Empate", publicado em "Contos de futebol".
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    Texto: Rodrigo Cardoso
    Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/337/reportagens/aldyr_schlee.htm
    Rua ganha nome em homenagem a Aldyr Garcia Schlee
    {http://www.diariopopular.com.br/uploads/galeria_fotos/15281_index.jpg}
    Obra foi vencedora da 2ª Bienal de Literatura Brasileira de 1984
    O trabalho de restauração do Mercado Público de Jaguarão reservou muitas surpresas para seu povo. Uma delas foi a descoberta de uma rua sem nome. Ela sempre esteve bem no centro da cidade de fronteira, mas ao fazer o mapeamento do local percebeu-se que não havia denominação. Situação mais que oportuna para homenagear um ilustre jaguarense, o escritor e jornalista Aldyr Garcia Schlee. No sábado, a partir das 15h, a via será batizada com uma placa com o nome de Uma terra só, livro de contos de Schlee. Pouco adepto a emprestar seu nome para esse tipo de homenagem, Schlee não hesitou em aceitar que a rua central, lindeira ao Mercado Público até o cais do rio Jaguarão, ao lado da Ponte Internacional Mauá, receba o nome de sua obra, que foi vencedora da 2ª Bienal de Literatura Brasileira 1984. A sugestão foi do jornalista Luiz Carlos Vaz.Depois da solenidade, que contará com a presença do escritor e autoridades, acontece relançamento dos livros Uma terra só e Contos de verdades, pela editora ARdoTEmpo, com a presença, palavra e autógrafos de Aldyr Garcia Schlee, às 17h, na Secretaria de Cultura, praça central de Jaguarão.
    Por: Cíntia Piegas
    Fonte: http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6&noticia=41104
    Aldyr Garcia Schlee é o Patrono da 3ª Feira Binacional do Livro em Jaguarão
    De 2 a 11 de dezembro acontece a 3° Feira Binacional do Livro e 28° Feira do Livro da CAJUJA, que tem este ano por patrono o autor fronteriço Aldyr Garcia Schlee. Ele que já ganhou diversos prêmios e que está concorrendo ao Açorianos com sua mais recente obra "Don Frutos", trabalha em sua escrita a magia, história e causos que se passam tanto de um lado quanto de outro. Esse é o clima que espera a todos a partir do dia 02 de dezembro. As atividades englobam diversos tipos de público, desde as crianças aos mais velhos.
    Fonte: http://www.jaguarao.rs.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=60&Itemid=75

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    1:02 pm
  7. page Aldyr Schlee edited Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhist…
    Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário brasileiro. As suas especialidades são a criação literária, a literatura uruguaia e gaúcha, a identidade cultural e as relações fronteiriças.
    Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra "Facundo", do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense; ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, foi fundador da Faculdade de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas -UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1964 quando foi preso e respondeu a vários IPMs; foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto "Empate", publicado em "Contos de futebol".
    Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Em 1953, aos 19 anos, desenhando e fazendo caricaturas para jornais de Pelotas, ele venceu 201 candidatos no concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da seleção. Após o concurso, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD) oficializou o uniforme. Como prêmio, Aldyr ganhou o equivalente a vinte mil reais e um estágio no Correio da Manhã, no Rio de Janeiro, onde pode conhecer e conviver com figuras expoentes do jornalismo da época como Nélson Rodrigues, Antonio Calado, Millor fernandes e Samuel Wayner.
    Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura Brasileira e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos de Literatura. Em novembro de 2009 pubicou "Os limites do impossível, os contos gardelianos" pela editora ARdoTEmpo e em 2010, pela mesma editora, o romance "Don Frutos", ano em que foi também destacadao com o Prêmio Fato Literário de 2010..
    Atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, distrito de Pelotas. Tem três filhos, três netos e seu passatempo é o futebol de botão, cujo time "veste" a camiseta do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre, com a escalação dos anos 60, (Pitico, Didi Pedalada...). É torcedor do Grêmio Esportivo Brasil de Pelotas, seu time do coração, e também é torcedor da Seleção Uruguaia de Futebol.
    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldyr_Schlee

    O criador da camisa canarinho
    O desenhista e escritor gaúcho Aldyr Schlee criou em 1953, aos 18 anos, o uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira mas até
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    Texto: Rodrigo Cardoso
    Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/337/reportagens/aldyr_schlee.htm
    Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário brasileiro. As suas especialidades são a criação literária, a literatura uruguaia e gaúcha, a identidade cultural e as relações fronteiriças.
    Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra "Facundo", do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense; ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, foi fundador da Faculdade de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas -UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1964 quando foi preso e respondeu a vários IPMs; foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto "Empate", publicado em "Contos de futebol".
    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldyr_Schlee

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    12:46 pm

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